O livro é
a interface.
Para quem narra de papel e caneta, e para quem joga com a câmera ligada.
Para mestres que abrem um caderno e dizem: era uma vez.
§I
O livro é a interface.
Grimório não é um app com tema; é um tomo que se abre. Estante de crônicas, fichas como inscrições, sessões que viram páginas. A metáfora guia o layout, o movimento e a linguagem, não enfeite.
§II
Tinta & latão.
Fundo quase-preto, texto em pergaminho, metal de latão para a marca e para a ação. Sóbrio, noturno, atemporal. A interface não compete com a cena; ela emoldura.
§III
O núcleo camaleão.
O selo do Grimório é constante; só o seu núcleo recebe a cor do sistema. A marca não muda; o mundo dentro dela, sim. Cada sub-tomo fala com a própria voz, o tomo é o mesmo.
§IV
Vivo, não decorado.
Fundos respiram, selos se inscrevem, dados rolam com peso. Movimento com intenção, nunca enfeite.